Still Wakes the Deep - Resenha (Jogo)
- Mel

- 28 de set. de 2025
- 2 min de leitura
Título: Still Wakes the Deep
Desenvolvedora: The Chinese Room
Gênero: Terror, Horror Cósmico, Ação
Pontuação: ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ (4.5/5)
Sinopse: Em 1975, no meio do Mar do Norte, a plataforma de petróleo Beira D é tomada por uma presença misteriosa e aterrorizante. Caz McLeary, um eletricista comum, precisa atravessar corredores alagados, aço retorcido e a escuridão claustrofóbica para tentar salvar seus colegas e sobreviver.
Sem armas, sem saída fácil e isolado em alto-mar, ele enfrenta não só o medo da morte, mas também o horror desconhecido que se esconde nas profundezas.
Still Wakes the Deep é um mergulho em puro terror atmosférico sobre isolamento, sobrevivência e o que acontece quando algo impossível bate à sua porta.

Resenha: Eu sou muito fã de horror cósmico, desde os clássicos como Robert W. Chambers e H. P. Lovecraft, até obras mais modernas, como o podcast Malevolent; e esse jogo foi, pra mim, como uma loja de doces é para uma criança. Absolutamente incrível.
História: A história é muito bem construída, desde a vida e amizade dos funcionários da plataforma, até os conflitos pessoais com os quais Caz precisa lidar internamente.
O mistério da substância? Criatura? Coisa, que eles perfuram no mar cria uma atmosfera perfeita de horror cósmico, preservando uma das maiores características do gênero (e frequentemente ignorada) de simplesmente não explicar, afinal, o objetivo do horror cósmico é criar um terror que vai além da nossa compreensão.
Jogabilidade: Apesar da jogabilidade ser simples, não chega a ser um "filme interativo" como outros jogos (nada contra, na verdade eu amo filmes interativos). A movimentação é fluída, e os momentos de stealth são tensos e com excelente atmosfera.
Gráficos: Os gráficos desse jogo são impressionantes. Olhar pelas janelas da plataforma era como olhar para o oceano real. A chuva em específico era extremamente bonita. E os elementos do horror desconhecido eram tão bem feitos e detalhados que fariam qualquer um perder a cabeça se fossem reais.

Personagem Favorito: Caz McLeary
Conclusão: Jogasso da p*rra. Mas sério, é um jogo sensacional que une alguns dos meus elementos favoritos.
Citações Favoritas: "Jesus te ama, Caz. O resto do mundo te acha um babaca."





Adorei o que eu vi, pretendo jogar logo menos!