Resident Evil 7: Biohazard - Resenha (Jogo)
- Mel

- 30 de jul. de 2025
- 3 min de leitura
Título: Resident Evil 7
Desenvolvedor: Capcom
Gênero: Terror, Survivor Horror,
Pontuação: ☆ ☆ ☆ ☆ ☆ (4/5)
Sinopse: Após receber um vídeo misterioso da esposa desaparecida há três anos, Ethan Winters viaja até uma fazenda isolada na Louisiana em busca de respostas. Mas o que ele encontra ali é muito mais do que esperava: a família Baker, um clã perturbador e aparentemente indestrutível, o mantém preso em um pesadelo vivo.
Longe da ação frenética dos jogos anteriores, Resident Evil 7 retorna às raízes do terror com uma atmosfera opressiva e recursos limitados. Com jogabilidade em primeira pessoa (!!!), o jogo traz uma história complexa, personagens bem desenvolvidos e um terror muito bem construído!

Resenha: O jogo mal começou e o Ethan já é o melhor marido da história, porque, honestamente, ele é maluco de entrar nesse lugar, mesmo que seja pra salvar sua esposa. No primeiro cadáver de vaca com instrumentos religiosos que eu encontrasse no caminho, eu já estaria dando meia volta e me conformando em preparar um velório pra ela, sinto muito.
História: A ambientação é tensa e funciona muito bem; aquele clima opressor, silencioso e escuro (o Ethan odeia a lanterna dele, o homem NUNCA quer ligar ela), que me deixava nervosa até nas safe rooms.

O Jack me perseguiu pela casa inteira, e além de ser praticamente imortal, ele é igual ao
Sikowitz de Victorious e o Murray de Stranger Things, então apesar o medo da perseguição, eu dava risada toda vez que ele aparecia.
Aliás, Re7 tem momentos MUITO engraçados.
O Ethan colando a própria perna com um medkit ou o Jack lançando frases como “Groovy!” com uma serra elétrica na mão, foram os meus favoritos Mesmo assim, o terror ainda tá lá, principalmente nos 2/3 iniciais do jogo, que se passam na residência dos Bakers.
A luta com a Marguerite foi insuportável. Não que tenha dado medo, honestamente foi bem fraco nisso, mas a mecânica era terrível. O ponto fraco dela ficava na virilha (credo), e ela ficava andando igual uma aranha por aí; eu gastei toda a minha munição pra matar ela, e era muito difícil fazer ela ficar em pé pra exibir o ponto fraco. Eu sei que o jogo não é pra ser fácil, mas não foi uma luta “difícil”, só frustrante e um pouco entediante pra ser sincera.
Já o Lucas é o tipo de vilão que dá mais raiva do que medo, e eu ODIAVA a loading screen com ele sorrindo, me assustava mais do que o jogo em si.

Jogar com a Mia no final do jogo muda bastante a dinâmica, e sinceramente, eu me sinto muito mais corajosa jogando com ela do que com o Ethan. Não sei, ela parece mais competente e poderosa, os monstros não assustam tanto com ela.
E mesmo com um final um pouco mais fraco o desfecho amarra bem a história. O twist da Eveline teria sido ótimo se eu não tivesse levado spoiler antes (eu SABIA que era a velha >:c), mas tudo bem, acontece.
Jogabilidade: A jogabilidade é fluída, e a mecânica de exploração, com mapas e puzzles, mantém o ritmo da narrativa. Achei legal também o retorno do terror em primeira pessoa, sinto que aproxima mais o jogador do desespero do personagem.
Gráficos: Lembrando que eu não tenho placa de vídeo (agradeço ao vídeo integrado 🙏) Mas os gráficos do jogo são bem bonitos sim, não ficaram datados, a única coisa que incomoda é o cabelo da Mia, ele é mais assustador do que qualquer monstro. Agora entendi porque as mulheres de Resident Evil sempre tem cabelo curto ou usam ele preso.
Personagem Favorito: Ethan Winters
Conclusão: No geral, foi um jogo excelente, uma boa história, boa gameplay, o terror é bem dosado, só perdendo um pouco a intensidade no final; mas honestamente é difícil ter medo com uma pistola, uma espingarda e um lança-granadas na mão…
Já tô ansiosa pra jogar o Village!

Stats Finais:

"Ai mas você jogou no Easy" Escuta eu tô aqui pela história e pelo terror, não pelo tutorial de spray. 🙄




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